Eu...
Eu sou eu e nada mais;
Sou assim e tanto faz
O que me falam;
Os que me calam...
São todos que me amaram;
E se pudessem, me seriam;
E se eu quisesse, me teriam...
Mas como tenho tudo em mim,
Não poderia só assim;
Dizer quem sou e onde vou.
Pois me perdi em meus delírios;
Não posso ao menos dart-te filhos;
Porque não tenho tanto amor;
Só faço festa e tenho dor...
Mas eu me amo e me admiro;
Por ser igual a Carolina,
A Franciele e a Janaína,
Ao Alessandro eo Negrão;
Ao Japa eo Alemão;
A o sábio ou um Português;
E por ser exatamente igual a todos vocês...
Cáren Brum
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